A Arte Pública faz parte da nossa vida


Um dos meus AMORES INCONDICIONAIS na arte contemporânea como já disse por aqui é a Arte Pública. E como poderia ser diferente se desde o início do curso de Artes Visuais, esta vertente artística está presente na minha vida, (em parte por influência dos meus mestres) antes disso passou quase despercebida, a não ser pelos belos trabalhos de graffiti os quais sempre prestei bastante atenção pelas paredes urbanas, mas a arte pública vai muito além do graffiti, e demais intervenções pictóricas. Dentro dela existem múltiplas expressões tais como: música, dança, teatro, circo, Flashmoob, Stiker etc.

Tem a característica fundamental de ser democrática, principalmente por pertencer ao espaço público, busca a interatividade com quem a observa. O observador por sua vez acabou  deixando de ser um mero espectador, passou a ser participador,  movimentando-se junto com obra de arte,  e esta querendo ou não, está sujeita a todo tipo de transformação a partir do momento que passa a pertencer ao grande público. Sim, porque não há maneira de resguardar a integridade da obra quando ela encontra-se totalmente entregue ao espaço, como é o caso das intervenções pictóricas. Eu não concordo quando o artista insiste em acreditar que o trabalho pertence única e exclusivamente a ele, uma vez que a obra é pública, ela pertence à rua, à cidade, ao mundo. 

Pois então, há algumas semanas entrei neste assunto com todos os meus alunos do ensino fundamental, a primeira aula foi apenas teórica, o que  no início causou um certo descontentamento em todos, pois não iríamos trabalhar com a prática, porém levei tantas imagens de arte pública para ver na sala de vídeo, que  causou frisson em todos. Mostrei figuras de artistas e de lugares diversos, incluindo intervenções realizadas em Belém e região metropolitana, buscando a observação da realidade local. No final todos saíram empolgados e com vontade de colocar em prática o que haviam aprendido. 

Nas aulas que se seguiram, pedi uma pesquisa de campo, na qual os alunos tinham a missão de procurar e registrar obras realizadas nos espaços públicos da nossa cidade, com a ajuda dos pais, eles deveriam sair e fazer estes registros no objetivo de manter o olhar atento às manifestações diversas que acontecem por aí, de aprender a prestar mais atenção nos caminhos que fazem cotidianamente. A verdade é que foram poucos os que trouxeram as imagens, uma pena, assim pude observar o desinteresse da maioria em relação ao trabalho que deveria se estender para fora dos portões da escola e que também tinha a finalidade de sair da rotina, aproximar os pais e os filhos,  e ambos com a arte contemporânea. 

Depois da pesquisa, pudemos produzir alguns stikers em sala de aula, eu levei o material um pouco adiantado e os alunos ficaram com a montagem dos seus personagens. Estes  são alguns dos resultados.

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Novos Baianos - Sorrir e Cantar Como Bahia

Eu sou o caso deles

 

DA DIVERSIDADE VIVEMOS !

Hélio Oiticica

 

Um dos mais importantes artistas brasileiros, fundador do movimento Neoconcreto junto a  Amilcar de Castro, Lygia Clark, Lygia Pape e Franz Weissmann, foi o criador da  Tropicália, obra penetrável que veio a dar origem  ao Tropicalismo, movimento artístico liderado por Caetano e Gil entre as décadas de 1960 e 1970.

 

Oiticica revolucionou a maneira de se fazer arte, ousava no experimentalismo ao fazer proposições que iam além dos “limites” da arte, “Anti-arte – compreensão e razão de ser artista, não mais como um criador para a contemplação, mas como um motivador para a criação, como tal se contempla pela participação dinâmica do espectador, agora considerado participador.”(…)

(Posição e programa, julho de 1966).

 

Artista que deixou um legado de formulações interessantíssimas, entre elas o Parangolé foi das mais ricas justamente por ir além do “limite”.(..) são obras características:  “capas, estandartes e tendas; Parangolé é a formulação definitiva do que seja a anti-arte ambiental, justamente porque nestas obras me dada a oportunidade, a ideia, de fundir cor, estruturas, sentido poético, dança, palavra, fotografia – foi o compromisso definitivo com o que defino por totalidade – obra, se é que de compromissos se pode falar nestas considerações.’’(…).

 (Programa Ambiental, do livro Aspiro ao Grande Labirinto)

 

Acredito na magnitude estética de suas formulações como algo tão atual e completo no sentido de atingir o participador plenamente, e daí pensei: porque não levar uma proposição inspirada nesta escultura/pintura móvel, que só é existente enquanto houver um corpo mantendo-a viva, para os meus pequenos da educação infantil?

 

 Então foi aí que montei um tatame sobre o chão, levei uns tecidos bem coloridos, joguei uns balões, fitas de cetim, e liguei o som no último volume para tocar um pouco de Novos Baianos, Mutantes e Tropicália para finalmente convidar todos a interagir no espaço. A experiência foi tão estimulante e enriquecedora com a satisfação total de todos, saí de lá inspirada e revigorada. Pude filmar a ação e ai estão alguns frames com uma das turmas de maternal II.

 

 


A menina dos olhos
A fotografia é uma linguagem que sempre me encantou muito, mas nunca tanto como agora, apesar de admirá-la bastante, entre as minhas preferencias de produção, o desenho e a pintura sempre foram as mais recorrentes, porém, tenho tantas paixões que fica até difícil dizer qual seria a minha preferida. Mas vamos lá, tem a Arte Pública com as suas variadas vertentes que vão do Graffiti (tema do meu Trabalho de Graduação, e que amo do fundo do coração), ao teatro de rua, e da performance as instalações urbanas.
A cultura popular, é outra que me deixa bastante curiosa e encantada pela sabedoria que carrega (nesta categoria está o artesanato, o folclore, festejos populares, religiosidade, etc ).  São realizadas por gente simples, e nascem de um jeito mais simples ainda, sem muito comprometimento com a realidade e com a função de contar a história dos povos de maneira sutil e muitas vezes até divertida.
Voltando ao assunto sobre a menina dos olhos, a fotografia. Ela que quando foi inventada, parece ter roubado a cena na história das artes em meados do século XIX. Foi acusada de marcar a possível morte da pintura, justamente por conseguir registrar a realidade com uma rapidez espantosa, mas é uma das responsáveis por mudar de vez os rumos da história da arte. A pintura e as demais linguagens tiveram de se reinventar para não desaparecerem de uma vez por todas.
A necessidade do registro  da realidade, unido ao desejo de criação com o qual o ser humano é movido já é tão antigo quanto a própria existência da civilização e mesmo do homem. E foi a hiperatividade pela invenção que a partir da fotografia surgiu o cinema e dele tantas outras possibilidades foram nascendo.
Com uma infinidade de inovações tecnológicas e equipamentos incríveis, a informação chega mesmo na velocidade da luz. Hoje em dia todo mundo é um artista em potencial desde atores e atrizes que começam suas carreiras depois de participarem de realit shows, ou até mesmo fotógrafos que fazem fotos  do celular e depois editam no photoshop e companhia. Desse jeito é fácil néh?!
 O mundo digitalizado facilitou a distribuição e o armazenamento de imagens, mas acabou por tirar a magia natural da fotografia. Quanto às minhas preferências neste mundo imagético, o entusiasmo mesmo é  pela fotografia analógica. Pois  quem nunca usou uma câmera antiga ou ainda uma a pinluxde caixa de fósforo , a pinhole feita com embalagem de filme, ou mesmo aquelas de lata de leite não sabe o que é esperar ansiosamente para ver as imagens produzidas, não sabe o que é sentir agonia para ver o registro ou então contando com o acaso e no fim conseguindo um resultado inesperado.
Bom, e a paixonite é tanta que outro dia marquei de sair com a Ingrid pelo comércio para fazer algumas imagens, ela com uma “saboneteira’’ da Kodak e eu  com uma relíquia de família, uma Kodak Hobby 35mm que estava guardada há mais de 20 anos pelo meu pai. O flash está queimado, mas não tem problema pois eu não pretendia usá-lo, com tanto sol iluminando minha linda cidade, Belém merece umas imagens nostálgicas na visão desta belezinha que ainda está na flor da idade.
Hoje mandei revelar o filme e estas são algumas imagens obtidas, e tenho certeza que haverão outros passeios analógicos como este.
A menina dos olhos

A fotografia é uma linguagem que sempre me encantou muito, mas nunca tanto como agora, apesar de admirá-la bastante, entre as minhas preferencias de produção, o desenho e a pintura sempre foram as mais recorrentes, porém, tenho tantas paixões que fica até difícil dizer qual seria a minha preferida. Mas vamos lá, tem a Arte Pública com as suas variadas vertentes que vão do Graffiti (tema do meu Trabalho de Graduação, e que amo do fundo do coração), ao teatro de rua, e da performance as instalações urbanas.

A cultura popular, é outra que me deixa bastante curiosa e encantada pela sabedoria que carrega (nesta categoria está o artesanato, o folclore, festejos populares, religiosidade, etc ).  São realizadas por gente simples, e nascem de um jeito mais simples ainda, sem muito comprometimento com a realidade e com a função de contar a história dos povos de maneira sutil e muitas vezes até divertida.

Voltando ao assunto sobre a menina dos olhos, a fotografia. Ela que quando foi inventada, parece ter roubado a cena na história das artes em meados do século XIX. Foi acusada de marcar a possível morte da pintura, justamente por conseguir registrar a realidade com uma rapidez espantosa, mas é uma das responsáveis por mudar de vez os rumos da história da arte. A pintura e as demais linguagens tiveram de se reinventar para não desaparecerem de uma vez por todas.

A necessidade do registro  da realidade, unido ao desejo de criação com o qual o ser humano é movido já é tão antigo quanto a própria existência da civilização e mesmo do homem. E foi a hiperatividade pela invenção que a partir da fotografia surgiu o cinema e dele tantas outras possibilidades foram nascendo.

Com uma infinidade de inovações tecnológicas e equipamentos incríveis, a informação chega mesmo na velocidade da luz. Hoje em dia todo mundo é um artista em potencial desde atores e atrizes que começam suas carreiras depois de participarem de realit shows, ou até mesmo fotógrafos que fazem fotos  do celular e depois editam no photoshop e companhia. Desse jeito é fácil néh?!

 O mundo digitalizado facilitou a distribuição e o armazenamento de imagens, mas acabou por tirar a magia natural da fotografia. Quanto às minhas preferências neste mundo imagético, o entusiasmo mesmo é  pela fotografia analógica. Pois  quem nunca usou uma câmera antiga ou ainda uma a pinluxde caixa de fósforo , a pinhole feita com embalagem de filme, ou mesmo aquelas de lata de leite não sabe o que é esperar ansiosamente para ver as imagens produzidas, não sabe o que é sentir agonia para ver o registro ou então contando com o acaso e no fim conseguindo um resultado inesperado.

Bom, e a paixonite é tanta que outro dia marquei de sair com a Ingrid pelo comércio para fazer algumas imagens, ela com uma “saboneteira’’ da Kodak e eu  com uma relíquia de família, uma Kodak Hobby 35mm que estava guardada há mais de 20 anos pelo meu pai. O flash está queimado, mas não tem problema pois eu não pretendia usá-lo, com tanto sol iluminando minha linda cidade, Belém merece umas imagens nostálgicas na visão desta belezinha que ainda está na flor da idade.

Hoje mandei revelar o filme e estas são algumas imagens obtidas, e tenho certeza que haverão outros passeios analógicos como este.

Já tem alguns meses que o comprei. É tão bom quanto o primeiro, e contém  algumas inspirações nas clássicas  esculturas da história. Lindo, lindo, lindooo !!

Já tem alguns meses que o comprei. É tão bom quanto o primeiro, e contém  algumas inspirações nas clássicas  esculturas da história. Lindo, lindo, lindooo !!

O artista faz só metade da obra, o observador faz o resto.’’ Vik Muniz

Meus alunos do 3º, 4º e 5º Anos sempre questionam o fato de os autores das obras mais famosas e de grande relevância para a história da arte (os quais tenho o maior prazer em lhes apresentar)  já terem partido desta pra melhor. Eles dizem que seria muito mais proveitoso quando conhecessem artistas e suas respectivas obras ainda em vida. Por este motivo, preparei uma aula apresentando um grande artista brasileiro da contemporaneidade. Vicente José Muniz é seu nome, mais conhecido como Vik Muniz. É um dos melhores artistas pop’s do momento e eu AMO todas as obras dele, pois faz questão de unir materiais inusitados  em imagens que representam  a sociedade pós-moderna de um jeito divertido e também com uma noção politizada desta mesma sociedade. Suas obras são efêmeras, e é esta característica que torna cada uma única e valiosa. Ele diz que  seu sonho é mudar a forma com a qual a arte é encarada. E que não consegue acreditar na separação entre o que é popular e o que é inteligente, como se fossem coisas antagônicas. Uma das ações que mais me encantam no trabalho dele é seu engajamento e sua participação em causas sociais,  é um diferencial que acaba possibilitando ainda  mais visibilidade as ações desse artista genial, com uma obra incrível, repleta de originalidade e sensibilidade.

Com os alunos, os trabalhos tiveram de ser concluídos em algumas  aulas, na primeira com a teoria, quando contei um pouco da vida e obra do artista e nas outras eles puderam produzir imagens inspiradas na obra de Vik.

Os Dez Direitos Naturais das Crianças

1)      Direito ao ócio: Toda criança tem o direito de viver momentos de tempo que não sejam programados pelos adultos.

2)      Direito de sujar-se: Toda criança tem o direito de brincar com a terra, com a areia, com a água, com a lama, com as pedras.

3)    Direito aos sentidos: Toda criança tem o direito de sentir os gostos e os perfumes oferecidos pela natureza.

4)      Direito ao diálogo: toda criança tem o direito de falar sem ser interrompida, de ser levada a sério em suas ideias, de ter explicações para suas dúvidas e de escutar uma fala mansa, sem gritos.

5)      Direito ao uso das mãos: Toda criança tem o direito de pregar pregos, de cortar e raspar madeira, de lixar, colar, modelar o barro, amarrar barbantes e cordas, de acender o fogo.

6)      Direito a um bom início: Toda criança tem o direito de comer alimentos sãos desde o nascimento, de beber água limpa e respirar ar puro.

7)      Direito à rua: Toda criança tem o direito de brincar na rua e na praça e de andar livremente pelos caminhos, sem medo  de ser atropelada por motoristas que pensam que as vias lhes pertencem.

8)  Direito à natureza selvagem: Toda criança tem o direito de construir uma cabana nos bosques, de ter um arbusto onde se esconder e arvores nas quais subir.

9)      Direito ao silêncio: Toda criança tem o direito de escutar o rumor do vento, o canto dos pássaros, o murmúrio das águas.

10)   Direito à poesia: Toda criança tem o direito de ver o sol nascer e se pôr e de ver as estrelas e a lua.

O autor pediu licença às crianças para acrescentar o décimo primeiro direito:

11)   Todo adulto tem o direito de ser criança.

Rubem Alves

Esse texto do Rubem Alves é perfeito, concordo inteiramente. E apesar de nem todos serem possíveis, sempre vale a pena sonhar né!? Aliás, eu colocaria um décimo segundo direito, o direito ao sonho, que acredito ser de grande importância, pois como mais poderíamos ter todos estes outros direitos sem o sonho, que é o que nos move e dá a força necessária para seguir adiante e desejar cada vez mais a felicidade. Afinal é dessa tal FELICIDADE que todos nós estamos sempre em busca não é verdade? Quando escolhemos que profissão seguir ou simplesmente se brincamos primeiro no balanço ou na gangorra do parquinho. E é com esta visão que procuro sempre ver o mundo, pelos brilhantes olhos de uma criança apaixonada pela sua natureza que é brincar com as formas, cores, texturas, sabores e aromas do mundo.

“Quando pinto, tenho uma ideia geral do que estou prestes a fazer.” Jackson Pollock. 

Esta semana tive vários Jackson’s Pollock’s na minha turma de 2º Ano. Com tantos pedidos para utilizar a tinta durante as aulas de arte, preparei uma especial sobre o expressionismo abstrato e este pintor americano foi nossa inspiração. Expliquei que o artista criou um jeito novo de pintar quando abandonou os cavaletes, paletas e pincéis e começou a pingar a tinta de parede sobre as telas enormes postas sobre o chão do seu atelier. E a maneira como trabalhava tornou-se o tema central de sua pintura, e assim, Pollock criou o Action Painting, mais do que uma técnica ou modo de pintar, tornou-se um estilo popularmente difundido no século XX.

         Ainda tenho uma certa hesitação em relação ao uso da tinta em sala de aula, por conta da bagunça resultante, mas como não posso privá-los desta experimentação, o caos faz parte do processo. As atividades com utilização deste material são sempre muito ansiadas pelas crianças, pois retém uma espécie de magia ritual nas possibilidades de expressão e que deixa a todos bastante eufóricos, ficam a explorar a textura  líquida de maneira imensamente entusiasmada. E esta foi exatamente a reação apresentada pela turma assim que iniciaram a atividade de dripping. E muito além desta empolgação toda, eles começaram a descobrir as possibilidades de expressão e também como as cores se transformavam na mistura com as demais tintas. Posso dizer com toda a certeza que eles ficaram muito satisfeitos com a ação e ainda mais com os resultados.  

Aventuras em série


”O cinema (ou cinematografia), abreviação de cinematógrafo, é a técnica de projetar fotogramas (quadros) de forma rápida e sucessiva para criar a impressão de movimento (“kino” em grego significa movimento e “grafos” escrever ou gravar), bem como a arte de se produzir obras estéticas, narrativas ou não, com esta técnica. Ele é simultaneamente arte, técnica, indústria e mito.

Os filmes são assim constituídos por uma série de imagens impressas em determinado suporte, alinhadas em sequência, chamadas fotogramas. Quando essas imagens são projetadas de forma rápida e sucessiva, o espectador tem a ilusão de observar movimento. A cintilação entre os fotogramas não é apercebida devido a um efeito conhecido como persistência da visão: o olho humano retém uma imagem durante uma fração de segundo após a sua fonte ter saído do campo da visão. ”

http://www.jornallivre.com.br/23383/cinema-definicao-historia.html  http://pt.wikipedia.org/wiki/C 


O vídeo experimental foi realizado com os alunos do 2ºAno/9 do Centro Educacional A Hora do Saber. A técnica utilizada é do Stop Motion com pessoas, também conhecido como Pixilation.

No mês de abril comemoramos o dia nacional do livro infantil, mais precisamente no dia 18. E la na escola não ficamos de fora deste dia especial, houve uma programação  para celebrar o aniversário de Monteiro Lobato com uma jornada literária, que rendeu bons frutos para os alunos, pais e professores. Cada turma ficou com uma linguagem diferente. Sendo definido da seguinte forma: maternal l  com a música, maternal ll com as fábulas, jardim l com a poesia, jardim ll com os contos, 1º Ano com o gibi, 2º Ano com o cinema , 3º, 4º e 5º Anos com a informática. Dentre todos estes temas, estive acompanhando de perto a turma do 2º Ano que abordou o cinema.  Fizemos uma experimentação com os alunos para que eles pudessem compreender o processo da animação com um exemplo bastante simples. O vídeo deixou todos empolgados e satisfeitos, deu um pouco de trabalho organizar essa turminha, mas no final o resultado ficou muito bom. Acabamos  percebendo o quanto a simplicidade pode conquistar olhares apaixonados e aguçar a  curiosidade de todos.